Celular não carrega: as 6 causas mais comuns
Da mais simples e barata até a que exige microssoldagem, na ordem em que devem ser testadas.
Antes de assumir defeito no aparelho, vale seguir a ordem do mais simples para o mais complexo. Isso economiza dinheiro e resolve boa parte dos casos sem reparo nenhum.
A primeira causa é o cabo. É a peça que mais sofre, dobra dentro da mochila e rompe internamente sem mostrar nada por fora. Teste com outro cabo antes de qualquer coisa.
A segunda é a fonte, aquele bloco que vai na tomada. Fontes envelhecem e passam a entregar corrente instável. Teste com outra.
A terceira, e talvez a mais subestimada, é sujeira no conector. Bolso e mochila enchem a entrada de fiapo compactado, que impede o cabo de encostar nos contatos. O sintoma é idêntico ao de um conector queimado: só carrega em certa posição, ou não carrega. Boa parte do que chega aqui como conector com defeito é resolvido com limpeza técnica.
A quarta é o conector danificado de verdade, por pino entortado ou oxidação. Em muitos Android o conector vem num flex separado e a troca é rápida e barata. Em iPhone ele costuma ser soldado direto na placa, e o reparo vira microssoldagem.
A quinta é a bateria. Bateria muito degradada pode não aceitar carga ou não passar de certa porcentagem. Aqui o sintoma engana, porque parece problema de carregamento.
A sexta é o circuito de carga da placa. É a causa menos comum e a mais técnica, e exige reparo de placa com diagnóstico em bancada.
O diagnóstico separa essas seis possibilidades antes de qualquer orçamento, e é gratuito. Trocar o conector de um aparelho cujo problema é bateria não resolveria nada.
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